
Por Gustavo Seferian
Há exatamente um ano – no mesmo dia em que na onda mediterrânea nasceu, em 2011, o movimento dos Indignados na Espanha – o Brasil parou com uma grande greve geral. Chamada inicialmente pelo setor da educação em todos os níveis, teve adesão solidária de outras categorias.
O ato demarcou forças da mobilização existente no país em um contexto de ameaças de cortes de verba e contenção de investimentos em educação e pesquisa (que vieram futuramente a se efetivar), servindo ainda de importante freio ao processo de escalada da contrarreforma previdenciária que se implementou no país depois que as ruas se silenciaram.








